Quem Somos

Somos a Igreja Presbiteriana de Sapiranga, uma igreja que existe para glorificar e adorar a Deus em espírito e em verdade por meio da proclamação das verdades bíblicas, alcançando vidas com a mensagem que Deus reina sobre as nações. Temos uma congregação em São Leopoldo. Somos parte da Igreja Presbiteriana do Brasil.

O QUE É A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL?

"A Igreja Presbiteriana do Brasil (I.P.B.) é uma federação de igrejas locais, que adota como única regra de fé e prática as Escrituras Sagradas do Velho e Novo Testamentos; e como sistema expositivo de doutrina e prática a Confissão de Fé de Westminster e os Catecismos Maior e Breve. Exerce o seu governo por meio de concílios e indivíduos, regularmente instalados. A I.P.B. tem por fim prestar culto a Deus, em espírito e verdade, pregar o Evangelho, batizar os conversos, seus filhos e menores sob sua guarda e ensinar os fiéis a guardar a doutrina e prática das Escrituras na sua pureza e integridade, bem como promover a aplicação dos princípios de fraternidade cristã e o crescimento de seus membros na graça e no conhecimento de Nosso Senhor Jesus Cristo." Constituição da IPB, art. 1° e 2° Queremos deixar com você uma síntese do que nós, a Igreja Presbiteriana do Brasil, éramos e somos, como procuramos seguir a Jesus e viver na prática, o que temos estudado até aqui.

SOMOS CRISTÃOS HISTÓRICOS

A Igreja Presbiteriana do Brasil faz parte da Igreja de Cristo sobre a face da Terra. Nossa fé está baseada nos ensinos de Jesus Cristo e dos Apóstolos, e proclamamos o senhorio de Jesus sobre tudo e sobre todos. Fundamentada nos mesmos princípios de fé da Igreja do Novo Testamento, o presbiterianismo nasceu durante o movimento da Reforma Protestante do século XVI, iniciado com Martinho Lutero, na Alemanha, e foi estabelecido na Europa pelo trabalho de João Calvino e João Knox. Assim como outras igrejas protestantes nascidas no mesmo período, a Igreja Presbiteriana elaborou, em 1647, a sua confissão de fé, chamada Confissão de Fé de Westminster, e os seus catecismos, que expõem com clareza os fundamentos de sua fé. O presbiterianismo chegou ao Brasil em 1859, pelo trabalho do jovem missionário norte-americano Ashbel Green Simonton e, desde então, temos crescido em número e na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.

SOMOS BÍBLICOS

Como cristãos bíblicos, reconhecemos como básicos os seguintes princípios das Escrituras, entre outros:
  • Há um único Deus, vivo e atuante, que subsiste em três pessoas Pai, Filho e Espírito Santo - que são iguais em sua essência, e digno de todo louvor e adoração;
  • Jesus Cristo, o Filho de Deus, fez-se carne e viveu entre nós, morrendo na cruz por nossos pecados sendo, por isso, salvador de todo aquele que confia nele;
  • Após ser morto e sepultado, Jesus Cristo ressuscitou de entre os mortos e foi elevado aos céus;
  • Jesus Cristo enviou o Espírito Santo para habitar naqueles que lhe pertencem, seu povo escolhido, a sua Igreja.
  • No fim desta era, que não sabemos quando se dará, Cristo retomará glorioso para levar os que são seus, julgar o mundo e estabelecer o seu Reino eterno.

SOMOS PRESBITERIANOS

O nome "presbiteriano" vem do Novo Testamento, onde os líderes das igrejas eram chamados "presbíteros" (que quer dizer "anciãos"). Estes presbíteros são eleitos pelos membros da Igreja para liderar e supervisionar a congregação. O grupo de presbíteros que dirigem uma igreja é chamado de Conselho, cujo presidente é o pastor da igreja, também eleito pelos membros. A Bíblia nos ensina a cooperarmos uns com os outros e a andarmos juntos no caminho do Senhor. Por esta razão as igrejas presbiterianas que estejam localizadas relativamente próximas umas das outras não caminham isoladas, mas formam um Presbitério, e os diversos presbitérios de uma região formam um Sínodo. Os trabalhos presbiterianos são dirigidos a nível nacional pelo Supremo Concílio ou Assembleia Geral. Como presbiterianos, compreendemos que esta forma de organização é a que melhor nos ajuda a cumprir nossa missão no mundo, pois permite a participação de todos os crentes, se adapta às exigências da vida atual e, acima de tudo, está plenamente de acordo com os princípios do Novo Testamento, como você pode ver em Atos 14.23; 15.6; 20.17,28;1Timóteo 4.14.

SOMOS REFORMADOS

A palavra “reformada” pode ser definida simplesmente de duas maneiras: 1) É uma referência a nossa ligação histórica com a Reforma do século XVI e tem a intenção de nos descrever como os herdeiros dessa tradição que vem de Lutero, Calvino , Knox e outros reformadores. 2) A palavra "reformada" é usada mais costumeiramente para se referir a certas distinções teológicas que marcaram crentes reformados, em especial os da tradição calvinista. Estas distinções podem ser resumidas com a afirmação de que cada pessoa tem a responsabilidade de se arrepender e crer, e que é Deus, por Sua soberana graça eletiva, atrai os homens e as mulheres, que de outro modo estariam mortos em seus pecados, a terem fé em Seu Filho. O povo de Deus pode ser justificado somente por meio desta fé. Particularidades reformadas incluem a soberania de Deus em Sua criação, a providencia divina para a eleição dos crentes independente de qualquer mérito próprio; a graça irresistível dada por Deus, graça esta que precede a fé do indivíduo; a suficiência da graça de Deus sem a qual o homem está morto em pecado e inteiramente corrompido em corpo e alma; a eficácia da morte de Cristo para todos os que crêem nEle pela graça; a preservação para a vida eterna de todos aqueles por quem Cristo morreu.

SOMOS PACTUAIS

Acreditamos que o princípio unificador das Escrituras é a aliança da graça que Deus fez com Adão, Noé, Abraão, Moisés, Davi, e por fim, e mais importante, em Jesus Cristo. O pacto é um compromisso ou vínculo de lealdade que Deus fez ao seu povo através de cada uma das pessoas citadas acima. A aliança é uma relação de amor e lealdade que Deus iniciou conosco – o Seu povo – ao longo da história humana. A unidade dos pactos significa que há um só caminho e uma única forma para salvação em ambos o Antigo e Novo Testamento, isto é, pela fé em Jesus Cristo. Este entendimento pactual da Bíblia é distinto de qualquer sistema de organização das Escrituras que atribuem diferentes formas de salvação a uma sucessão de épocas bíblicas. Jesus nos deu dois sinais da Sua Aliança. O Batismo é a demonstração visível da aliança feita entre Deus e nós e nossos filhos. Embora haja diversas formas de batismo válidas, adotamos a aspersão (derramar da água sobre a cabeça) por compreendermos ser a mais próxima da prática bíblica. Cremos que o que nos purifica de todos os pecados é o sangue de Jesus, e não a água. A Ceia do Senhor comemora e relembra a morte de Cristo em nosso favor. Cremos que não há nada de mágico no pão e no vinho, que continuam sendo o que são, mas que Deus nos alimenta espiritualmente quando participamos com fé deste sacramento. A Ceia do Senhor não é exclusivamente dos presbiterianos, mas é aberta a todos os que confessam publicamente sua fé em Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas, ainda que membros de outras igrejas evangélicas.

SOMOS CONFESSIONAIS

Baseada na Bíblia a IPB aceita seis (6) documentos que confessam nossa fé e nossa forma de governo. A Bíblia é a única infalível regra de fé e prática e a base e o fonte de tudo que a Igreja ensina e pratica. Os outros documentos são apresentações dos ensinamentos de forma organizada. Os seguintes documentos são chamados os símbolos de fé da IPB.
  1. Confissão de Fé de Westminster apresenta as doutrinas escritas na Bíblia. O propósito é apresentar estas doutrinas mostrando a relação e harmonia entre várias partes da Bíblia.
  2. Breve Catecismo apresenta as doutrinas da Bíblia em forma de perguntas e respostas para facilitar na memorização destes ensinamentos.
  3. Catecismo Maior apresenta as doutrinas da Bíblia em forma de perguntas e respostas para facilitar na memorização destes ensinamentos.
  4. A forma do governo, ou seja, a Constituição da IPB organiza as doutrinas sobre a maneira que a Igreja é governada pelos presbíteros e diáconos em conselhos. Temos o Conselho da Igreja local, os Presbitérios, os Sínodos e o Supremo Conselho.
  5. O Código de Disciplina, Manual Presbiteriano página 67, Capítulo I, Artigo 2 disse: “Disciplina eclesiástica é o exercício da jurisdição espiritual da Igreja sobre seus membros, aplicada de acordo com a Palavra de Deus. Parágrafo Único – Toda disciplina visa edificar o povo de Deus, corrigir escândalos, erros ou faltas, promover a honra de Deus, a glória de Nosso Senhor Jesus Cristo e o próprio bem dos culpados.”
  6. Os Princípios de Liturgia ensina como organizar o culto de Deus na Igreja e nos lares “tendo em vista a conversão das almas, a santificação dos crentes e a edificação da Igreja”.